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Saúde

Moisés confirma dose de reforço contra Covid-19 em maiores de 18 anos em SC

Medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde na manhã desta terça-feira (16), durante o lançamento da campanha de Megavacinação contra a Covid-19.

Os catarinenses com mais de 18 anos já podem preparar o braço para mais uma dose da vacina contra a Covid-19. A medida foi anunciada nacionalmente pelo Ministério da Saúde na manhã desta terça-feira (16), durante o lançamento da campanha de “Megavacinação”.

A dose de reforço foi confirmada em Santa Catarina pelo governador do Estado, Carlos Moisés, por meio de rede social. A terceira dose será aplicada em quem completou o esquema vacinal há mais de cinco meses.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a ação pela manhã. Segundo o levantamento da pasta, 100 milhões de brasileiros já estão aptos a receber a terceira dose da vacina.

A expectativa do Ministério da Saúde é que 12,5 milhões de pessoas tomem a dose de reforço ainda em novembro. Em dezembro, a estimativa é que 2,9 milhões recebam o reforço do imunizante.

O governo pretende concluir a aplicação da terceira dose em adultos até o mês de maio de 2022. A pasta informou que foram utilizados dados de um estudo encomendado pelo próprio Ministério da Saúde à Universidade de Oxford, além de pesquisas da FioCruz (Fundação Oswaldo Cruz).

Moisés confirma a terceira dose em SC

Por volta do meio-dia, o governador de Santa Catarina fez questão de garantir a aplicação da terceira dose contra a Covid-19 em todos o público acima de 18 anos no Estado.

Moisés anunciou a medida e explicou que mais detalhes serão definidos em breve.

Vacina da Pfizer terá prioridade para o reforço

Ainda de acordo com as informações divulgadas nesta terça pelo Ministério da Saúde no lançamento da campanha de Megavacinação contra a Covid-19, há uma orientação por uma marca específica.

A terceira dose deverá ser aplicada, preferencialmente, com a vacina da Pfizer.  Porém, “na falta desse imunizante, pode ser aplicada a AstraZeneca ou Janssen”, ressalta o Ministério da Saúde.

A preferência é baseada em uma análise de resultados, fruto da pesquisa feita pela Universidade de Oxford. Ela mostra um aumento significativo da imunidade com a combinação de vacinas diferentes.

Fonte: ND Mais

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