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Política

Uma nova era para o Brasil

“O vosso país se envergonhará muitas vezes dos governantes e o povo terá vergonha e revolta de si mesmo, por gerar figuras públicas tão aquém da honra e do mérito.

Cada indivíduo que se sentir possuído por esta revolta, verá nascer em si mesmo uma consciência maior do seu papel diante da nação. É a embrionária semente da pátria avançada do futuro.

A vossa nação tem um alto destino, separado por uma longa marcha de vergonhas cotidianas. A elevação da vossa pátria é um plano que se encontra pronto somente nos escalões mais altos da Hierarquia Superior. Controlai a vossa revolta, vós sois os outros e sois o povo também.”


Estes parágrafos foram transcritos de um livro de cunho transcendental, lançado em 1992, chamado “O PADRÃO HUMI - AS ORIENTAÇÕES DOS MESTRES”*, trecho do capítulo ”A VOSSA NAÇÃO É O VOSSO RETRATO (Dezembro de 1991, Brasil)”
Na época, o Brasil passava por profundas transformações com a, ainda então, incipiente abertura política. As obras HUMI traziam uma visão espiritual inovadora, cujo tema era dedicado ao despertar de um novo padrão de consciência social e política, ensinando valores e virtudes superiores, como atributos ao caráter humano.


A obra é até hoje um referencial na área do autoconhecimento. Foi escrita por médiuns brasileiros, através de processos de canalização e em seu conteúdo apresentava exortações dirigidas a auxiliar os povos latino-americanos, em especial o povo brasileiro, no aperfeiçoamento de seus costumes, crenças e em sua cultura. Hoje, após mais de 30 anos, muitas das profetizações contidas naquele livro já se concretizaram, outras parecem estar em algum horizonte próximo, mas sem dúvida, as questões do campo político mostraram-se cada vez mais claras e evidentes.

Assistimos, ao longo destas últimas décadas, o surgimento de muitos nomes no cenário político nacional, cujas menções tornaram-se símbolo de completa desonra e ausência moral. E testemunhamos tratativas políticas obscuras de inúmeros governos. Hoje vivemos o limiar de uma nova era, na qual o resgate da ética se faz presente em mais de mil dias de um governo até então ausente de corrupção, um inegável marco político, coroado pelo êxito em amplas ações sociais e de infraestrutura. Esta situação demonstra a enorme importância da valorização da ética como norma de conduta e o quanto são fundamentais para toda a sociedade a honestidade e a lisura. Valores que devem estar presentes não só na mentalidade de governantes e representantes políticos, mas no ideário de toda a população.


Para muitos, no entanto, ainda é normal e aceitável o famoso “jeitinho brasileiro”. Para estas pessoas, qualquer um que se esforce para fazer as coisas corretamente, seguindo preceitos morais e que adote uma conduta irrepreensível no cumprimento da lei, é logo taxado de “trouxa”. “Esperto” é o cara que consegue levar alguma vantagem burlando normas estabelecidas. Triste legado de uma época inconsciente e inconsequente. Esta anti-cultura, tão nociva à nação, tem que mudar. O povo brasileiro precisa ressignificar a importância da ética em sua vida, tanto nas grande decisões políticas, cuja repercussão envolve o coletivo, porque tratam do bem comum; quanto nas pequenas e anônimas questões cotidianas e que só dizem respeito a cada um.


Não podemos cobrar esta postura apenas de nossos políticos. O cidadão deve fazer a sua parte, sem esperar incentivos ou reconhecimento de ninguém. É um dever que precisa ser observado e dimensionado, como imprescindível valor de consciência. Eis a missão pessoal de cada brasileiro diante da mãe-pátria que o acolheu. Nenhum povo consegue vencer os desafios de edificar uma nação, sem a rígida observância de normas éticas de conduta. Nenhum país cresce de fato, se o seu povo não caminhar na direção da retidão espiritual. Isto é evolução real. Isto é progresso real. Está é a realidade pela qual temos que lutar. O resto será pura consequência na ação natural das leis que dispensam a cada nação do mundo o que cada um dos seus povos fez por merecer.


Que o Brasil seja um retrato fiel de nossos valores e de nossas virtudes. É nossa, esta responsabilidade. Estejamos à altura da grandeza deste país, tão maravilhoso e que tantas vezes foi desmerecido pelo nosso descaso e por nossa inconsciência. Estas terras e suas incalculáveis riquezas foram a nós confiadas, não por mero ou fortuito acaso, visto que não existe efeito sem causa. Doravante, vamos trabalhar incessantemente para amadurecer nossa mentalidade coletiva, mostrar nossa dignidade e provar que somos merecedores de tamanha distinção. Porque só assim poderemos honrar a nós mesmos, no reto cumprimento das responsabilidades que nos cabem como cidadãos, como patriotas e como brasileiros. Vamos provar que o Brasil é realmente nosso.

XXXXX


“A virtude moral é uma consequência do hábito. Nós nos tornamos o que fazemos repetidamente. Ou seja: nós nos tornamos justos ao praticarmos atos justos, controlados ao praticarmos atos de autocontrole, corajosos ao praticarmos atos de bravura.”
Aristóteles - filósofo grego (384 AC - 322 AC)


*“O PADRÃO HUMI - AS ORIENTAÇÕES DOS MESTRES”; de J. C. Alarcon & M.N. Alarcon

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