Menino veste Azul e Menina veste Rosa
Uma questão ultrapassada na moda que virou problema no país.
Na verdade, quando as cores começaram a ser associadas a gênero, no século XVIII, meninos usavam rosa, acreditando ser um tom masculino, e meninas azul, considera uma cor delicada, período este conhecido como rococó, o qual homens inclusive adornavam-se mais que as mulheres. Fica a reflexão.
Repetir Roupa é Feio

Roupas não são descartáveis, e o pensamento contrário vem acarretando uma produção em série descontrolada que não se sabe onde irá parar devido ao nosso consumo desenfreado.
Usamos as celebridades como inspiração no vestir, e porque não no repetir? Como Kate Middleton, Cate Blanchett, e Helen Mirren que não hesita em repetir seu Dolce e Gabbana em diversos eventos sociais.

Mulher deve usar Salto em Eventos Sociais
Você usa o que faz você se sentir melhor, seja flat, sapatilha ou até mesmo tênis, aliás, existem sneakers de alta costura, e as releituras e inspirações dos mesmos por aí que por vezes são mais sofisticados que um salto alto.

A atriz Gal Gadot se libertou dessa amarra e abandonou os saltos em toda a Premiére de Mulher Maravilha.
Já Julia Roberts, afrontou a crítica tirando os saltos e subindo descalça a entrada íngreme de Cannes, quando a proibiram de entrar sem salto. Rainha faz assim!
Homem não usa Saia

Imperadores viris usavam saia, conquistadores bárbaros e cruéis usavam saia, jesus usava saia.
Na foto, as saias aparecem em desfiles masculinos e tapetes vermelhos usadas por homens.
Misturar estampas é Brega

Primeiramente que brega é falar que algo é brega. A moda se reinventa o tempo todo, o que era ‘’brega’’ de uma hora pra outra vira ‘’cool’’ e hit de desejo. O ‘’brega’’ depende do ponto de vista e do meio social em que você esta inserido, não acha?
Além do mais, a moda tem trazido mix de estampas ousados, como a Vetements, sem aplicar regra alguma na combinação das padronagens. Eu particularmente gosto de linkar as cores no montar a composição.
Para finalizar, bem lembrou Olivier Rousteing, diretor criativo da Balmain em seu desfile masculino, uma definição básica de liberdade, que é: a minha liberdade termina onde começa a sua, posso usar e fazer o que eu bem entender desde que não invada o espaço do outro.