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Reajuste do IPTU consolidou unidade do governo em Sombrio

Episódio do projeto de decreto legislativo dos vereadores do Progressistas de Sombrio, solicitando que fosse sustado reajuste do IPTU de 2021, consolidou em definitivo união entre os vereadores que apoiam o governo da prefeita Gislaine Cunha (MDB). A bancada de situação conta com três representantes do MDB, um do PL, um do PDT e um do Democratas. Embora estivessem no mesmo barco durante a campanha eleitoral, ainda faltava afinar o discurso dos situacionistas. A unidade definitiva acabou vindo por conta dos ataques da oposição a prefeita. Promessa é que o grupo fique cada vez mais unido a partir de agora.

Jogo de xadrez em SC já começou

Nem bem saímos das eleições municipais, e o pleito estadual de 2022 já entrou em pauta. O MDB foi o primeiro partido a marcar prévias, agendada para 15 de agosto deste ano. Querem ser governador pelo partido o senador Dário Berger, o deputado federal Celso Maldaner e Antídio Lunelli, que é prefeito de Jaraguá do Sul. Antídio, no entanto, tem flertado com o Progressistas, por onde poderia ser candidato.

No embalo, o PSL do governador Carlos Moisés da Silva tem conversado com o PSDB do ex-deputado estadual Gelson Merísio. Em 2018 Merísio concorreu ao governo pelo PSD, perdendo para o PSL, que agora poderá apoiá-lo diante do pleito do ano que vem. Carlos Moisés, por sua vez, flerta com o MDB.

Ainda que o PP afague Lunelli, seu candidato ao governo é o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli. Todo mundo sabe, no entanto, que se Esperidião Amin inventar de reaparecer, a candidatura é dele. Sendo assim, o PP tem Amin, Ponticelli e, hipoteticamente, Lunelli para o embate que se avizinha.

O PT deve ir de Décio Lima, fiel escudeiro de Lula da Silva, que ressurgiu das cinzas graças a Edson Fachin. O PSD tenta ressurgir com Raimundo Colombo. Tudo isto já está em decurso, embora o jogo esteja só começando.

Falece mãe do prefeito de Santa Rosa, e irmão do vice de Sombrio 

Dona Valdeci Santos da Rosa, mãe do prefeito de Santa Rosa do Sul, Almides da Rosa (PSDB), infelizmente não conseguiu se recuperar do infarto cardíaco que sofreu na última segunda-feira, e faleceu ontem no Hospital São José, em Criciúma, onde estava internada desde então. Durante a semana passada o caso de dona Valdeci repercutiu bastante na imprensa regional, por conta de seu pronto socorro, por parte dos profissionais de saúde que a atenderam, usando até mesmo um helicóptero para levá-la de Sombrio até Criciúma para internação. Outra perda lastimável ligada a uma figura pública foi registrada ontem. Cleher Odival Isoppo, irmão do vice-prefeito de Sombrio, Jeriel Isoppo, faleceu vítima de Covid-19. 

Rede Municipal de Ensino reiniciará aulas amanhã 

Em princípio, inicio das aulas presenciais da Rede Municipal de Ensino, a partir de amanhã, estão mantidas, conforme vinha sendo anunciado pelas prefeituras. Questão agora é monitorar evolução dos gráficos da Covid-19 na região, observando, também, os desdobramentos da greve sanitária deflagrada pelos professores da Rede Estadual de Ensino. Se a greve estadual for levada adiante, não é descartada a possibilidade de que os professores municipais tomem o mesmo caminho, afinal de contas os aludidos riscos na Rede Estadual são os mesmos da Rede Municipal. Nas duas situações, o cenário é bem nebuloso, como não poderia ser diferente, por conta dos fatos.

Amesc voltará a se reunir na sexta para discutir CIS/Amesc 

Está previamente marcada para a próxima sexta-feira, 19, reunião com os prefeitos da Amesc, para discutir a situação do Consórcio Intermunicipal de Saúde de nossa região, o famoso CIS/Amesc. A reunião deverá estar focada nas ações que precisarão ser tomadas para liquidar com o que se imagina ser uma dívida entre R$ 17 milhões e 18 milhões, acumuladas ao longo dos últimos anos. Neste montante estariam, entre outras, dívidas com a Previdência Social, prestadores de serviços e fornecedores. Estima-se que o valor da dívida seja no máximo de R$ 18 milhões, mas o fato é que não há, ainda, um cálculo definitivo em relação a ela. A tese de que o montante seja parcelado e pago pelas prefeituras tem ganho força junto as prefeitos. Alguns, no entanto, querem seu ajuizamento.

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