O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo do caso das joias sauditas.
De acordo com o relatório da Polícia Federal, o dinheiro das joias sauditas, vendidas ilegalmente por auxiliares de Jair Bolsonaro, entrou para o patrimônio do ex-presidente e serviu para custear as despesas dele e da família nos Estados Unidos, no fim de 2022 e início de 2023.
Ainda segundo o inquérito da PF, os valores obtidos dessas vendas eram convertidos em dinheiro em espécie e ingressavam no patrimônio pessoal do ex-presidente, por meio de terceiros e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores.
Na semana passada, Bolsonaro foi indiciado por peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro pela Polícia Federal. Além do ex-presidente, outras 11 pessoas foram denunciadas pela PF.