Pastin é um prato à base de carne de porco, servido com fatias de polenta passadas na chapa. Em Turvo, o preparo ganha forma de um sanduíche e também leva queijo. O prato, um dos mais tradicionais da Festa do Colono, é servido acompanhado de repolho pelo restaurante do Movimento de Irmãos do município.
Na 24ª edição do evento, que acontece entre os dias 8 e 11 de agosto, além do tradicional pastin, o grupo católico também servirá o picadinho que é feito com polenta e aipim fritos, pepino em conserva, salame seco, queijo picado e torresmo.
“Para o pastin são usados, em média, 60 quilos de carne suína e de queijo. São 130 quilos de salame e aipim para o picadinho. Não temos nem ideia da quantidade de farinha de polenta que usamos, porque é bastante”, comentou Márcia Rosane Simon Provedan, coordenadora do Movimento de Irmãos de Turvo.
O restaurante do Movimento de Irmãos abrirá na quinta (8) e na sexta-feira (9) no período da noite, no sábado (10) ao meio-dia e à noite. Já no domingo (11), último dia do evento, o restaurante abrirá às 9h e permanecerá aberto durante todo o dia. “Acreditamos que venderemos aproximadamente 600 pratos de pastin”, revelou.
Um prato tradicional
Há mais de dez anos o Movimento de Irmãos de Turvo trabalha durante a Festa do Colono servindo o pastin. O prato já se tornou tradicional durante o evento. “É um prato que é feito a partir da polenta, que tem muita relação com a nossa colonização italiana. Nós usamos a polenta brustolada, que é na chapa, é uma coisa que os imigrantes faziam bastante. Essa forma de prepara-la se torna atrativa, traz outro gosto, outro sabor”, comentou.
Projetos
Todo o lucro obtido com a venda de pastin e picadinho durante a Festa do Colono de Turvo é usado para manter os projetos do grupo católico. “O Movimento de Irmãos é uma pastoral da Igreja Católica, porém nós fazemos atividades sociais. Ajudamos com alimentos para famílias carentes. Temos também encontros de jovens e de casais. Tudo isso dentro da Igreja Católica. Boa parte desse dinheiro é usado em benefício do Movimento de Irmãos, dos nossos projetos próprios e projetos sociais”, esclareceu.