Na tarde de hoje (18), a prefeita de Sombrio, Gislane Cunha, recebeu uma ilustre visita do alto escalão do governo Bolsonaro, o então Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
Queiroga veio lançar o projeto de UTI pediátrica do Hospital Dom Joaquim que reforça o atendimento não só da região da Amesc, como outras regiões do sul de Santa Catarina.
O Deputado Federal Daniel Freitas enviou ao município cerca de R$ 5,5 milhões em emendas, juntamente como a base aliada, Deputada Federal Geovânia de Sá e o Deputado Estadual Sérgio Mota.
“Tenho aprendido muito com a experiência do Ministro Marcelo Queiroga, tive a oportunidade de passar quase 24hs ao seu lado e o que mais me admirou é o amor que ele tem pela política pública mais urgente”, comenta a Deputada Federal Geovânia de Sá.
A Prefeita de Sombrio conhece muito bem as demandas da saúde e em sua fala exaltou mais uma vez a bandeira que tanto defende, a saúde. Falou da conquista da UTI Covid-19 e da liberação da UTI geral. Agradeceu a dedicação dos parlamentares que ajudaram a tornar possível a instalação da UTI Pediátrica no Hospital Dom Joaquim de Sombrio.
A Prefeita também aproveitou a oportunidade e fez um convite ao Ministro para que voltasse para a inauguração da UTI.
O Hospital Dom Joaquim é um hospital referência atendendo demandas particulares e o Sistema Único de Saúde -SUS, como também os serviços de acolhimento e atendimento humanizado.
A alta demanda do hospital justifica a implantação desse projeto. O Hospital ainda será o único do extremo sul a atender crianças em situação de emergência.
O superintendente do Instituto Maria Schmitt – IMAS, Dr. Robson Machado Schmitt ressaltou a importância da aproximação do Governo Federal e do Povo, independentemente do tamanho da Unidade Hospitalar.
“Em 2018 o hospital de Sombrio era um hospital que estava fechado e em 2019 entrou com uma nova perspectiva de um governo federal e uma aposta de que o Brasil pudesse melhorar. Nós acreditamos nisso e tentamos levantar esse hospital a todo custo. Pegamos um hospital com quatro meses de salários atrasados, sem receber recursos do ministério da saúde. Quando entramos no hospital não tinham luvas para fazer atendimento á população. Na época lembro bem que a Gislane foi uma das apoiadoras e nós entramos nesse hospital com a certeza de que seria uma guerra sem a certeza da vitória.” Ressaltou
Robson ainda ressalta os recursos que o Governo Federal mandou na época da pandemia que fizeram com que os hospitais recebessem o teto da produção e as portarias específicas para a manutenção da COVID-19. Todos esses avanços fizeram com que o Hospital Dom Joaquim pudesse seguir o rumo certo e prosperar.
“Saímos de uma média de 100 atendimentos mês para uma média de 6000 atendimentos mês. A média de atendimento tem passado duas vezes a média de atendimento do Hospital Regional de Araranguá”, comenta Schmitt. Completou ainda dizendo que “era inimaginável que o hospital de sombrio fizesse mais atendimentos de urgência/emergência que o HRA, assim como era inimaginável que tivéssemos, tomografia aqui no nosso hospital, assim como habilitar 10 leitos de UTI geral no hospital”.
Em um bate-papo informal Queiroga começou sua fala dizendo que o Hospital Dom Joaquim estava de volta de nas mãos do povo. “Os hospitais nascem da vontade dos que sentem e eles viverão para sempre, para atender os anseios dos que sofrem. Uma casa que por infelicidade se procura, mas que por felicidade se encontra. E é por isso que os hospitais não podem estar fechados”, comentou o Ministro.
Os recursos devem ser devolvidos para a sociedade em forma de políticas públicas que sejam capazes de mudar a vida de cada cidadão. Queiroga ainda fala que “um hospital precisa ter tomografia, unidade de terapia intensiva, cirurgia, mas sobretudo, precisa ter o apoio da sociedade”.
O Ministro ainda ressaltou o slogan “Mais Brasil e menos Brasília” dando ênfase a descentralização do poder e dos recursos concentrados em Brasília.
Disse ainda em alto e bom tom que viria para a inauguração da UTI Pediátrica.
Vereadores, servidores da Saúde, prefeito de Balneário Gaivota, Kekinha dos Santos, autoridades de Santa Rosa do Sul e secretário de saúde de Criciúma também estiveram presentes no ato.
A prefeita de Sombrio, Gislane Cunha, ainda falou que “esse dia será um marco, será um dia histórico para a nossa cidade, nossa polução e nossa região”.
Por: Athauan Machado