“Para que o processo se conclua resta uma audiência pública, aberta a toda população, quando os detalhes do novo contrato serão explanados”, disse Arlindo Rocha, que deve oficializar a data desta assembleia para o decorrer do mês de setembro, com ampla divulgação. Ele está convencido que as bases da negociação foram vantajosas para o município que não tem qualquer retorno pela concessão do serviço público à Casan.

Conforme o prefeito, a Casan destinará mensalmente 5% do seu faturamento ao municipio e outros 2% ficarão reservados para investimentos em obras e serviços, como pavimentação de ruas em que exista ou venha a existir abastecimento de água. O contrato garante que comunidades ainda não servidas pela rede seja beneficiadas como Cedro, Espigão Grande, Espigão da Toca e Encruzo do Barro Vermelho.
A partir do contrato será possível a Administração Municipal cumprir uma de suas metas, a reconstrução da Praça Frei Euzébio, no centro da cidade. O investimento é de R$ 300 mil e as obras podem ser iniciadas ainda neste segundo semestre, acredita o prefeito. A negociação envolve, ainda, a possibilidade de implantação do esgoto sanitário na cidade, para o qual a administração já tem um projeto pronto, feito pela Funasa, que será avaliado pela Casan.
Texto: Gilvan França/Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura de Maracajá
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