Araranguá completa nesse sábado, 3 de abril, 141 anos de emancipação política-administrativa (1880). Sobram motivos para celebrar essa data!
Durante o governo 2013-2016, liderado pela dupla Sandro Maciel (PT) e Rodrigo Turatti (então no PDT), o município reverenciava seu aniversário criando e promovendo uma ampla programação, cujo destaque era a Araranguá Fest, evento que teve quatro edições, divulgando o potencial, cultura, economia e talentos locais.
Pois, o Araranguá Fest - que era realizado em plena Avenida 15 de Novembro em decorrência de um espaço adequado - simplesmente foi abolido durante a administração da dupla Mariano Mazzuco Neto (PP) e Primo Menegalli Júnior (PL).
E, no atual mandato (2020-2023), cujos gestores são Cesar Cesa (MDB) e Tano Costa (PSD), a realidade impõe contenção de despesas, especialmente devido à pandemia da Covid-19.
Uma das consequências disso é que, a realização de eventos como o Araranguá Fest sequer cinmste em pauta de prioridades. A luta, hoje, é por providenciar vacinas contra a Covid-19 e manter a estrutura administrativa em pleno funcionamento, inclusive pagando o salários do funcionalismo em dia e mantendo ativo o crédito da prefeitura.
O novo governo completará 100 dias administrando Araranguá no dia 10 de abril, porém, ao contrário de outros mandatos, ainda será cedo para julgar a qualidade das ações.
No atual estágio, concluir as obras iniciadas e não concluídas – como o Centro de Convivência de Melhor Idade, Arena Poliesportiva Municipal Professor Nilton Matos Pereira, Ciclovia a Ara-227, no acesso para Balneário Morro dos Conventos e ampliação da Escola Básica Municipal Jardim das Avenidas – já representariam um primeiro ano de mandato, no mínimo, promissor.
No poder público, como na vida, não existe mágica, assim fazer o óbvio e simplificar significa “handicap” positivo, até porque, a auditoria sobre os atos administrativos da antiga gestão deve revelar fatos avassaladores. Quem viver verá!